Facebook Twitter

“Dá calafrios”: Kevin Bacon discute os potenciais de sua série ‘The Following’


Violência em demasia

Bacon contou que depois que ele e Kevin Williamson (o criador de The Following) se conheceram, Williamson ficou bem mais confortável para compartilhar ideias acerca do show e já acrescentou algumas mudanças em relação ao personagem de Bacon – um ex-agento do FBI, que após anos de aposentadoria forçada, de chegar “ao fundo do poço”, é convidado a retomar o trabalho. O personagem sofria com problemas alcoólicos e usa um marcapasso. “Ele nem tinha problema de coração no roteiro original, o Kevin adicionou depois”, explicou.

Outras mudanças em relação ao roteiro inicial podem acontecer. Incluindo mortes inesperadas. “O Kevin me disse recentemente, ‘Essa é a grande sacada do nosso show. Qualquer pessoa pode morrer a qualquer momento’, e eu respondi ‘Verdade? Incluindo eu?’, e eu estava falando sério”, contou o ator. “Honestamente? Isso é uma escolha deles”, assegurou Bacon, quando indagado se ele fez questão de garantir que se personagem não iria morrer, antes de assinar qualquer contrato.

afollow51

The Following conta a história de Ryan Hardy (Bacon), um ex-agente do FBI afastado do cargo, que, dez anos atrás, colocou um serial killer mitológico na cadeia. Agora, o assassino está solto novamente e Hardy foi incumbido de capturar o criminoso, interpretado por James Purefoy, da série da HBO, Rome. Joe Carroll é descrito como um serial killer excepcional, que foge às regras por ser extremamente carismático e recrutar seguidores.

“Eu tenho repulsa desse serial killer, mas há algo em relação a ele que é irresistível para mim, enquanto personagem”, contou Bacon ao TV Guide Magazine. “Ele [Carroll] é o tipo de cara com quem eu gostaria de sair para beber, com quem eu gostaria de me parecer. Meu personagem é um homem estranho, profundamente triste. Joe Carroll é fantástico com as pessoas. Um personagem sedutor. Tem muitas qualidades que eu gostaria de ter”, detalhou Bacon, personificando seu agente do FBI.

O seriado, no entanto, vem enfrentando críticas fortes da imprensa especializada, que acha que o programa exagera na dose de violência para ser exibido na televisão. “É bem assustador. E não fica mais leve depois do piloto. Existem muitos jeitos de se sentir medo e acho que a gente enfoca mais em causar calafrios. As pessoas têm calafrios ao saber que alguém se esconde no armário, algumas pessoas ficam assustadas com a ideia de um serial killer intelectual [ele é professor universitário]. Cada episódio explora esses diferentes tipos de medo que as pessoas possuem.”

Sobre as críticas ao roteiro, Kevin tentou amenizar. “Não acho que seja assustador para todo mundo.Eu faço filmes muito diferentes. Estive na primeira versão de Sexta-feira 13, fiz filmes bobos, filmes românticos, filmes históricos. Meu objetivo é interpretar com a maior honestidade e integridade que eu puder”, falou. “Quando vou para a casa, tento ensinar meu filhos a tomar conta do mundo e a cuidar das outras pessoas. Mas essa é minha vida particular, não meu trabalho. No meu trabalho, meu dever é vestir os sapatos de outra pessoa”, se defendeu.

Perguntado quais os programas que gosta de assistir na TV, ele se declarou fã de Homeland, The Killing, Breaking Bad e Girls.

0 comentários:

Postar um comentário